REVISTA SEMANAL Nº30


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Programa REVITALIZAR: o que é?
 

O Programa REVITALIZAR é uma iniciativa do Governo que tem por missão optimizar o ambiente legal, tributário e financeiro do tecido empresarial português, tendo em vista a revitalização de empresas economicamente viáveis, que se encontram numa situação financeira desfavorável ou desajustada do seu modelo de negócio.
Instituído por Resolução do Conselho de Ministros n.º 11/2012, de 3 de Fevereiro, o Programa REVITALIZAR tem como objectivos:
 
a) Disponibilizar às empresas um enquadramento legal propício à revitalização de empresas viáveis, o que se prosseguirá, nomeadamente, através da revisão do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas que consagrará o novo “Processo Especial de Revitalização” (PER);
b) Promover a celeridade e a eficácia na articulação das empresas com o Estado com vista ao desenho de soluções adequadas à revitalização empresarial, em particular no que respeita à Segurança Social e à Administração Tributária, tendo em vista uma “actuação do Estado a uma só voz”;
c) Reforçar os instrumentos financeiros disponíveis para a capitalização das empresas, com particular enfoque no capital de risco e em fundos de revitalização de cariz regional;
d) Agilizar a interacção entre as empresas e os instrumentos financeiros do Estado e os do sistema financeiro, com vista a acelerar decisões e a assegurar o êxito das operações de revitalização;
e) Fomentar processos de transacção de empresas ou de activos empresariais, promovendo a regeneração do tecido empresarial, nomeadamente, através de operações de sucessão ou de concentração de empresas.
 
A implementação do Programa REVITALIZAR contará com uma Comissão de
Dinamização e Acompanhamento Interministerial, coordenada pelo Ministério da
Economia e do Emprego e integrada por representantes dos Ministérios das Finanças, da Justiça e da Solidariedade e da Segurança Social.
 
O Programa REVITALIZAR visa dar uma resposta estratégica global à importância que presentemente assume a temática da revitalização do tecido empresarial em Portugal.
Empreendendo uma profunda reforma dos instrumentos legais e financeiros, o REVITALIZAR incide ainda ao nível da actuação do Estado, seja no seu papel de credor, seja de mediador ou de promotor do desenvolvimento económico, nacional e regional.
Atendendo à subcapitalização, falta de liquidez ou estrutura financeira desequilibrada de muitas empresas nacionais, o Programa irá intervir na disponibilização de soluções de financiamento que promovam operações de revitalização empresarial.
 
Acresce que na maioria dos casos, as empresas portuguesas apresentam uma estrutura accionista de cariz familiar e uma estrutura de governação pouco profissionalizada, sendo que a revitalização implica não só ajustamentos no modelo de negócio e no financiamento mas também a mudanças na governação das empresas.
Neste contexto, e para além da reestruturação do sector público de capital de risco em curso, será estimulada a criação de Fundos de Revitalização e de Expansão Empresarial (“fundos de turnaround”), de âmbito nacional e regional, para apoiar a revitalização de PME.
 
ControlPlan Consulting presta consultoria na área da recuperação de empresas com excelentes resultados. Consulte-nos.

 

QUICK TIPS....de gestão

 

Albert Einstein. Como disse?
 
“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.”
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QUIZ à estratégia da sua empresa

 


Ainda hoje detectamos que muitas empresas não têm uma estratégia definida. A direcção sabe qual é a estratégia e ela até pode fazer muito sentido, mas está apenas na cabeça de 3 ou 4 pessoas dentro das empresas…de que vale ter o segredo do sucesso se não o partilhamos com quem pode fazer com que tudo aconteça?
Estabelecer planos que assegurem as infra-estruturas necessárias e a alocação de pessoas certas nos lugares certos, designar responsabilidades dentro da organização e disseminar pela empresa uma nova visão e atitude são outros desafios que exigem competência específica, mas que podem ser vencidos. Dessa forma, é recomendável que se procure compreender, a fundo, a organização, de preferência de forma isenta, identificando as suas capacidades, limites e necessidades, para permitir assim que um diagnóstico preciso seja realizado antes de se partir para uma prescrição propriamente dita.
É importante haver muita disciplina e atenção para que a organização não caia na armadilha de direccionar todos os seus esforços para a execução de actividades operacionais e de trabalhos que visem apenas a adequação às novas regras do mercado. Considerando-se a máxima de que é loucura fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes, para assegurar que haverá resposta da organização a uma nova estratégia, algumas acções transformadoras devem ser projectadas e conduzidas, a fim de preparar e adequar o modelo de organização, e alinhar o perfil de competências aos novos requisitos.
Esse é o passo que, muitas vezes, é renegado pelas lideranças e que resulta no fracasso de grandes ideias. É necessário um trabalho de adequação do modelo de negócio, da forma como são realizadas e distribuídas as actividades na organização, e, simultaneamente, o alinhamento da estratégia de gestão do capital humano, assegurando a disponibilidade e a manutenção não só das competências requeridas, como também de um ambiente saudável e produtivo. Nesse contexto, entendemos que o segredo do sucesso de pôr em prática uma nova estratégia está relacionado com o empenho em dar o passo seguinte. Aplicar ferramentas e técnicas apropriadas e customizadas, que vão assegurar o alinhamento da organização com o seu novo pensamento.

Teste aqui a consistência da estratégia da sua empresa:
A estratégia é clara para todos que a lêem?
A estratégia é viável?
A estratégia é compatível com os recursos actuais e potenciais?
A estratégia cria vantagem competitiva?
A estratégia aproveita as oportunidades e minimiza as ameaças?
A estratégia potencia os pontos fortes e neutraliza as fraquezas?
A estratégia está circunscrita ao risco definido pela Direcção?
A estratégia respeita e reforça os princípios?
A estratégia respeita a responsabilidade social da empresa?
A estratégia pode promover o compromisso das pessoas envolvidas?
A estratégia é criativa e inovadora?
 
Deverá ter respondido sim a todas as perguntas colocadas anteriormente, caso contrário corre o risco de a sua estratégia não estar a ter o devido feedback que esperava que ela tivesse.
 
A reter… as estratégias devem:
Basear-se no resultado da Análise SWOT;
Criar vantagens competitivas;
Ser viáveis e compatíveis com os recursos;
Ser coerentes entre si;
Alcançar o compromisso das pessoas envolvidas;
Ter o grau de risco limitado pela empresa;
Ser fundamentadas nos Princípios da empresa;
Ser criativas e inovadoras.
 
 

A ControlPlan Consulting presta consultoria nesta área. Consulte-nos.
 

 
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